quarta-feira, 15 de abril de 2009
cheque!
De repente, encurralado por uma torre e uma rainha, O rei pega o seu cavalo, baixa seu helmo, levanta o montante e assim meio que kamikase, enfrenta todo o tabuleiro. até que não sobre nada. Nenhuma saudade, nenhuma lembrança, nenhum arrependimento, pobre alma, morreu sem saber se de amor, ou de ódio, sem saber se morreu quando jovem ou dormindo em seu leito. pois por não ter sobrado nada, Morreu sem saber nem de quem era a glória do Cheque Mate. Venceu no fim, mas pobre rei, perdeu o meio.
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